quarta-feira, 11 de outubro de 2017

"Colecionar 2017" - Participação da AAMV

A Associação Amigos do Museu de Valores vai participar do maior evento de colecionismo do Continente Americano deste ano, o "Colecionar  2017" que será realizado no período de 24 a 29 de outubro de 2017, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília DF.
Compareça e visite o stand da AAMV
Estarão reunidos no Colecionar 2017 espaços para a filatelia, a numismática, o artesanato, a exposição de carros e outros veículos antigos, e as flores, especialmente as orquídeas.






quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Peças raras no acervo do Museu de Valores - Parte I

A série de publicações que iremos apresentar sobre o título "Peças raras no acervo do Museu de Valores" tem por objetivo divulgar a imagem e as atividades do Museu de Valores junto à sociedade, dando conhecimento de suas pesquisas e de parte do seu acervo cultural.
"A autoria dessa matéria é do Banco Central do Brasil - Museu de Valores e suas publicações podem ser acessadas no sítio "bcb.gov.br".
"Museu de Valores do BC identifica mais peças raras no acervo"

Com um acervo de cerca de 135 mil itens, o Museu de Valores do BC tem promovido a identificação e a atualização de valores das peças. Até agora, em torno de 7 mil itens já foram analisados. “Muitas dessas peças têm alto valor no mercado, como as moedas de 960 réis. Em alguns casos, chegam a ter valor inestimável, por serem o único exemplar conhecido”, conta Karla Valente, chefe do Museu de Valores do BC.


O valor de cada peça pode variar muito, conforme a raridade dos itens. Se uma moeda de 6.400 réis de 1818 for bem conservada, por exemplo, ela pode valer R$9,5 mil. Mas se estiver “soberba” – com poucos arranhados –, o valor sobe para R$20 mil. “Quanto menor for o dano à peça ou a quantidade de riscos que ela tiver, ou menor o desgaste, mais cara ela fica. Se ela for ‘flor de cunho’, que é aquela peça que saiu da emissão e nunca circulou, que está intacta, brilhante, ela vale R$36 mil”, exemplifica a Karla Valente.
Feita em seda, a cédula de 500 marcos alemães que circulou em 1922 
é um dos itens raros analisados durante a pesquisa. 
A pesquisa é parte do Projeto Museu Legal, conduzido pelo BC em atenção a uma obrigação legal definida pelo Estatuto dos Museus (Lei 11.904, de 2009). 
O estatuto estipula que os museus elaborem e implementem um plano museológico - documento com missão, visão, objetivos estratégicos e programas do museu. Além da atualização dos valores do acervo, o projeto prevê ainda soluções para inventário e para monitoramento de parâmetros ambientais.

Conforme explica a chefe do Museu, quando uma peça é identificada, busca-se definir um valor atualizado com a média de valores encontrados em catálogos de numismatas, livros e sites de leilão. Se as peças são únicas e não tiveram valor atribuído em nenhuma das três fontes, elas são enviadas a um especialista em numismática, que auxilia o Museu na tarefa. 

Algumas peças raras podem ser conferidas no Museu de Valores do BC e há planos de se instalar um novo expositor destinado a exibir itens interessantes identificados durante o projeto. 

Segundo Karla, há grande quantidade de peças repetidas. A primeira parte do trabalho, então, será dedicada à atribuição de valor às peças-mãe, as primeiras catalogadas no sistema com certas características.

“Após 1965 e depois da criação do BC, o país já tinha certa padronização monetária. Por isso, possuímos muitas peças repetidas dessa época. A valoração dessas peças é mais fácil, pois fazemos uma única vez e depois apenas multiplicamos pela quantidade de peças repetidas para se chegar a um valor correto, avaliando apenas o desgaste da peça”, explica.

Pesquisa complexa e longa
A pesquisa do acervo numismático envolve a participação de estudantes de História e de Museologia.  “Estamos fazendo essa análise de valoração peça por peça. Será um trabalho longo, demorado. Nossa meta é chegar à valoração de 30% do acervo em setembro de 2018”, afirma a chefe do Museu. 

Além das cédulas e moedas, o Museu de Valores possui outros artigos em seu acervo, como a folha utilizada pelo designer Aloísio Magalhães para desenhar a nota de cruzeiro. Outros exemplos são testes e provas de cor de designers e objetos que eram da Casa da Moeda . “Esse tipo de artigo só o BC tem e é muito difícil atribuir valor a eles, pois não existe catálogo nem sites de leilão para isso”.

A moeda de 960 réis cunhada sobre rúpias indianas, presente no acervo do Museu 
de Valores do BC, também é considerada rara no mundo numismático.
Além disso, há medalhas que servem para contar um momento da história e não têm valor monetário; condecorações, muitas das quais possuem pedras preciosas como diamantes, esmeraldas e rubis; cinco documentos de memória (autorização de imperador para cunhar moedas, ou diploma da medalha comemorativa do centenário de Oswaldo Cruz, por exemplo), documentos de valor (apólice que não chegou a ser cédula), instrumentos de garimpo e artigos de ouro não-amoedado, como as pepitas e as barras de ouro".

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Sociedade Numismática Brasileira visita o Museu de Valores

Na manhã desta quinta-feira, 1 de junho, o Museu de Valores do Banco Central recebeu a visita do Vice-Presidente da Sociedade Numismática Brasileira - sr. Marcelo Tibúrcio.

Para recepcionar a ilustre visita estava presente a presidente da Associação Amigos do Museu de Valores, sra. Telma Ceolin. A foto que registrou o encontro  foi tirada no ambiente da Lojinha do Museu, espaço administrado pela Associação. 
Telma Ceolim (AAMV) e o Sr. Marcelo Tibúrcio (SNB)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Exposição: Brasil Brasileiro

Grande parte do acervo de arte do Museu de Valores é formado por obras do Modernismo brasileiro, produzidas entre o início do século e os anos 1970.

        Para o primeiro módulo da exposição, Brasil Brasileiro, selecionamos trabalhos com forte referência à identidade nacional. Embora apenas Di Cavalcanti, Portinari, Tarsila e Vicente do Rego Monteiro, dos artistas que aqui figuram, tenham feito parte da primeira geração moderna, a mais radical no que se refere ao nacionalismo, em Alfredo Volpi, Aldemir Martins, Antônio Bandeira, Fulvio Pennacchi e Vasco Prado, pertencentes à segunda e à terceira geração, encontramos ecos, mais ou menos fortes, desse sentimento. Da pintura de Portinari, com acento para o social e para o político, ao geometrismo de Volpi, que recorda o ambiente lírico das pequenas cidades do Brasil, o artista moderno buscou o Brasil. fonte sítio BCB
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quarta-feira, 19 de abril de 2017

ANO 2013 a 2016 - Projetos/Realizações AAMV

1. Projeto Memória - AAMV 10 Anos - A história de uma marca

Publicação de abril de 2013 registra a  história do uso da logomarca desenvolvida para o Museu de Valores, projeto de Aluísio Magalhães, e da cessão de uso dessa imagem para a Associação Amigos do MV.


2. Exposição "Rio Branco 30" -  Rio de Janeiro - Abertura 15 de agosto de 2013
Prédio da Av. Rio Branco, 30
A exposição resgata a história  do prédio da antiga Caixa de Amortização, situado na Avenida Rio Branco, 30, Rio de Janeiro, edificação que abrigou a primeira instalação do Museu de Valores do BC.  A mostra apresentou peças de dois importantes representantes da numismática brasileira Girardet e Aloísio Magalhães.
Apoio AAMV: aquisição de painéis expositores (acrílico) e no desenvolvimento/aquisição de souvenir para a ocasião. Importante salientar que a exposição estava inserida  no calendário de atividades da Conferência Geral do Icomom- Conselho Internacional de Museus Monetários e Bancários.


3. Festa Junina - 2013 - Doação à entidade beneficente
A rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília foi a selecionada pela AAMV e BC-Integral para receber parte da arrecadação líquida da Festa Junina. O valor de R$ 5.694, 86 (cinco mil e seiscentos e noventa e quatro reais e oitenta e seis centavos) foi depositada para a entidade em 30 de setembro de 2013.



4. Exposição - Museu de Valores e o Futebol: suas conexões reais - mostra faz parte da agenda da 12ª Semana Nacional de Museus, aberta dia 15 de maio a 29 de agosto de 2014. A temática faz referência ao futebol e a realização do maior evento esportivo no país - Copa do Mundo.
Apoio AAMV:  pagamento das despesas tipográficas (textos e vinis expositivos).




5. "A Persistência da Memória"  Módulo 1 Brasil Brasileiro- Inaugurada em junho de 2014 a exposição conta a trajetória do acervo artístico do Banco Central. 
Apoio AAMV: aquisição de infraestrutura para ambientação do espaço expositivo. 


6. "Primavera dos Museu, 8ª Edição" - 23 de setembro de 2014 Lançamento do livro "Fio de Ouro - Contos Numismáticos", do nosso associado e membro da Diretoria Marcello Duarte que ministrou na ocasião a palestra "Os Mistérios que envolvem a Peça da Coroação"
.

7. "Primavera dos Museus, 9ª Edição" -  Museus e Memórias Indígenas - 22 de setembro de 2015 - Realizada a exposição "Brasis - Iconografia e grafismo indígena no Museu de Valores do BCB". 
Apoio AAMV:  patrocinou o restauro do acervo museológico referente ao desenvolvimento do projeto da "Cédula do Índio" (nota de valor facial de 5 cruzeiros de 1961). Pagamento das despesas referentes aos serviços de impressão tipográficas (textos e vinis expositivos), aquisição de carimbos personalizados, tintas e tecidos..
Exposição Rio 2016



8. "Semana dos Museus, 14ª Edição"
Exposição: Jogos Olímpicos e Paralímpicos - Rio 2016.
 Inauguração 16 de maio 2016 
Apoio AAMV: pagamento das despesas referentes aos serviços de impressão tipográficas (textos e vinis expositivos). e de pintura



9. "Primavera dos Museus, 10ª Edição - Exposição Ruptura e Tradição  - Inauguração 21 de setembro de 2016 - Mostra apresentou o projeto desenvolvido por Aloísio Magalhães para a primeira família de cédulas brasileiras produzidas inteiramente no país.
Apoio AAMV:  aquisição de material para pintura e de serviços tipográfica (textos e vinis expositivos). 
Banner entrada do BC


10. Aquisição de Material de Apoio  para o Museu de Valores - 2015/2016
  
 -  5 Mini Microscópios 60x com luz ultravioleta
 - 30 Pares de Luvas brancas antiestáticas e antialérgicas 
 - Catálogo de Moedas do Brasil -República 2017 - Versão e-book
 - 6 Catálogos Livro das moedas do Brasil - 14ª Edição Amato, Irlei
 - 6 Catálogos Papel Moeda - Livro Completo - Bentes/ Maldonado/Fernando
 - 6 Catálogos de Cédulas do Brasil - Amato e Irlei
 - Banner de vinil para fixar na entrada do BC, no 2ss.




11. Revista  "Dinheiro Custa Dinheiro" - Programa de Educação Financeira 

Publicação do BC distribuída gratuitamente para escolas e visitantes do Museu de Valores.
Apoio AAMV:  pagamento dos serviços de  revisão/atualização da publicação, contrato firmado com a editora Lua Azul Artes Gráficas e Multimídia Ltda (findo em 6 de dezembro de 2016).



Obra Julius Meili
12. Aquisição de livros para a Biblioteca do Museu de Valores

1,  Monnaies et médailles Brésiliennes - J. Schulman - 1932
2. Uruguay - Brasil Y sus Medallas - Luis Alberto e Mussso Ambrosi -         1976
3 A guerra do Paraguay na Medalhística Brasileira - Francisco M. dos santos - 1937
4. Die auf das Kaiserreich Brasilien bezuglichen Medaillen, 1822 bis 1889     Meili, julius 1890
   Raríssima obra de Julius Meili "As Medalhas referentes ao Império do       Brazil de 1822 - 1889.

sábado, 25 de março de 2017

Eleição da Nova Diretoria - 2017-2018

Na tarde da quinta feira, 16 de março de 2017, na Sala de Atividades do Museu de Valores, no Ed. Sede do Banco Central, durante a Assembléia Geral Ordinária foram realizadas as eleições para escolha da nova Diretoria da Associação Amigos do Museu de Valores.

Foi eleita, por unanimidade, a chapa União e Realização, cuja composição é a seguinte:

DIRETORIA
Presidente:         Telma Cristina Soares Ceolim
Diretor Cultural: Lengruber Alves Damasceno
Secretário:          Denir Mendes de Miranda
1º Tesoureiro:     Leandro Skury Faria
2º Tesoureiro:     Simone Ferreira Gaspar de Oliveira

CONSELHO FISCAL
Membros Efetivos
1º Titular: Carlos Valério Rodrigues
2º Titular: Misael José Viana
3º Titular: Mary Cheng

Membros Suplentes
1º Substituto: Jussara Miranda Zottman
2º Substituto: Regina Celi da Rocha Fragosos
3º Substituto: José Maria dos Anjos


As imagens retratam um pouco do que foi a eleição e posse da nova Diretoria/Conselho Fiscal para o biênio 2017-2018.
Diretoria Eleita
1ª. Fila: Mary Cheng , Telma , Simone e Regina Celi
2ª Fila: Jussara, Lengruber,  Denir, Leandro, Carlos Valério e Misael
Lojinha da  AAMV - Associados após realização  da Assembléia Geral 

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Edital - Convocação de Assembléia Geral Ordinária

A Associação Amigos do Museu de Valores - AAMV convoca Assembléia Geral Ordinária para o dia 16 de março de 2017, às 15h, na Sala de Atividades do Museu de Valores, no Ed Sede do BCB- SBS - Quadra 3 - Bloco B - 1o. SS, em Brasília - DF. Leia o edital de convocação abaixo, para melhor visualização clique na imagem do documento.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Eleições AAMV - BIÊNIO 2017-2018

Publicamos o Edital de Abertura Inscrições de Chapas e o formulário para preenchimento de inscritos que dizem respeito a deflagração do processo de Eleição da AAMV - Associação Amigos do Museu de Valores do Banco Central. Para melhor visualização da documentação clique nas imagens.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

DIA DO NUMISMATA - 1º de Dezembro

Uma das três razões que foram marcos para escolha da data comemorativa, aconteceu em 1934, nos salões da Sociedade Numismática Brasileira e  está relacionada com a primeira ordem honorífica brasileira.

"Com a Independência do Brasil, D. Pedro I criou a Ordem Imperial do Cruzeiro, em 1º de dezembro de 1822, para comemorar a sua Aclamação, Sagração e Coroação.

Foi, assim, a primeira ordem honorífica genuinamente brasileira. Seu desenho partiu de modelo francês, mas seu nome e suas características basearam-se na "posição geográfica desta vasta e rica região da América Austral, que forma o Império do Brasil, onde se acha a grande constelação do Cruzeiro, e igual, em memória do nome, que sempre teve este Império, desde o seu descobrimento, de Terra de Santa Cruz".

Era destinada a premiar brasileiros e estrangeiros e sua maior distribuição ocorreu no dia da Coroação e Sagração de D. Pedro I.

Aos agraciados não eram cobrados emolumentos, exceto o feitio da insígnia e o registro dos diplomas. Ficavam, porém, obrigados a dar uma joia qualquer, a seu arbítrio, para a dotação de uma Caixa de Piedade, destinada à manutenção dos membros pobres da Ordem, ou dos que, por casos fortuitos ou desgraças, caíssem na pobreza." Fonte Livreto Condecoração - Banco Central do Brasil - Museu de Valores

Parabéns aos numismatas!!